Cada agente cuida de uma parte da hospedagem: traz hóspedes, vigia, avisa quando é preciso agir e deixa o trabalho pronto. Na comunidade, age sozinho para proteger os hóspedes. E responde às dúvidas da equipe no idioma de quem pergunta.
O agente Marketing recebe as suas ideias, percebe oportunidades na agenda e na ocupação e sugere outras por conta própria. Cria a arte no padrão da casa, escreve a legenda e publica no Instagram. Você lapida, aceita ou recusa.
O agente Comunidade lê o mural, os grupos e as conversas da casa. Quando encontra algo que fere as regras, esconde na hora, avisa o autor com o motivo e, se a pessoa insistir, bloqueia o acesso dela à comunidade. Tudo fica registrado para a equipe rever.
O agente Recepção acompanha reservas e chegadas, percebe o que falta e escreve as mensagens no idioma de cada hóspede. E vira o colega que sabe tudo da casa: a equipe pergunta no idioma dela e recebe a resposta na hora, com base no mapa, nas reservas e nas regras.
O agente Arrumação cruza as saídas com as próximas chegadas e propõe a ordem do dia, já com quem faz o quê. Se uma cama fica bloqueada tempo demais ou o horário aperta, ele avisa antes que vire problema.
O agente Financeiro faz a ronda das contas a pagar e a receber, das recorrências e das devoluções, e projeta o saldo com o que já está lançado. Na conversa, lança despesas, dá baixa em contas e registra sangria ou reforço do caixa: ele prepara, você confirma.
Hostel vive de gente do mundo inteiro na recepção. Com o assistente, quem não domina o português — ou nem o inglês — trabalha com segurança desde o primeiro dia.
O mesmo assistente vai atender no site da hospedagem: dicas, regras, como chegar, horários — no idioma do viajante, com as informações que a casa já cadastrou no Dormis.
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